Muitos professores estão se sentindo decepcionados, revoltados e indignados ao consultarem suas contas correntes, verificando valores irrisórios provisionados a título de pagamento do bônus resultado, decorrente do IDESP – Índice de Desenvolvimento Educacional do Estado de São Paulo, que por sua vez decorre do SARESP – Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo.
Não são poucos os casos de professores que receberão no dia 31 de março valores como R$ 0,48, ou R$ 3,50, ou R$ 10,00. Um verdadeiro escárnio! Milhares de outros nada receberão, devido ao fato de suas escolas não terem alcançado a média do IDESP que lhes daria direito ao benefício.
Ocorre que o bônus não é uma dádiva do governo, pois o dinheiro utilizado pelo governo para isso pertence aos professores, porque faz parte dos recursos do FUNDEB – Fundo de desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização do Magistério e, pela lei, 60% desses recursos devem ter destinados à valorização do magistério. Na realidade, esse dinheiro não deveria ser destinado ao pagamento de bônus e sim de salários adequados à nossa categoria.
Se o governo convertesse o que gasta com bônus em salários, poderia conceder ao magistério, da ativa e aposentados, uma reajuste linear de 9%.
Transforme sua indignação em mobilização, Compareça à assembleia estadual dos professores: dia 1º de abril, 14 horas, na Praça da República. Vamos lutar por um reajuste salarial imediato para toda a categoria.
(fonte: apeoesp.wordpress.com)
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